Mas que filme merda hein! A Stephenie Meyer é uma autora muito medíocre mesmo. Ela toma pra si, conceitos antigos da fantasia e da ficção científica e, ao invés de contribuir para esses universos fantásticos (como fazem os grandes autores), joga tudo para o plano de fundo, coloca um dramalhão mexicano barato cheio de personagens pedantes e unidimensionais e acha que contribuiu com algo – já fez isso com o mito de Drácula e agora está destruindo a ideia de Body Snatchers, um conceito tão rico e que poderia ter sido explorado tão bem.
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Se um dia alguém descobrir para que serve o universo e por que ele está aqui, ele desaparecerá instantaneamente e algo ainda mais estranho e improvável o substituirá.
Achei GENIAL! No início parece ser mais do mesmo, um found footage até o momento em que alguém olha para a câmera e diz: Está filmando? Sim, tudo. As pessoas precisam saber o que acontece. Então ele arranca a câmera e a quebra. É como se o diretor dissesse: fodam-se todos, esse é o meu filme e eu vou fazer do meu jeito. A partir daí o filme deixa de lado tudo o que já foi para se tornar algo diferente e TRASH no melhor estilo. O que aquela noiva? Sexy e completamente insana com uma motoserra em mãos. Gore e cheio de clichês o longa diverte muito e só. Parabéns!
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THE OFFICE acabou! Me sinto como se tivesse sido demitido da Dunder Mifflin. A televisão perde o encanto e a humanidade de uma das melhores séries que já acompanhei, onde a graça estava justamente na inocência dos personagens e na identificação imediata das situações - mesmo quando elevadas a um nível absurdo. Enfim, hora de recolher seus pertences e o último que sair fecha a porta. :(
Ela nasceu em Detroit, numa linha de montagem de automóveis. Mas não é um carro qualquer. No interior do seu chassi se esconde o próprio diabo. Christine, um Playmouth Fury de 1958, vermelho e branco, tem um insaciável desejo de vingança, capaz de gelar o sangue de qualquer um e de destruir todos aqueles que invadem o seu caminho. O automóvel, seduz Arnie Cunningham (Keith Gordon), um rapaz de 17 anos, apaixonado por aquelas linhas estilizadas e curvilíneas, exigindo uma devoção absoluta e incondicional, e se alguém tenta intervir, transforma-se logo em mais uma vítima da ira incontrolável de Christine.
Comentário
Como é bom relembrar as obras do mestre Stephen King. Bom, todos deve ter visto ou pelo menos ouvido falar de CHRISTINE, O CARRO ASSASSINO (Christine, 1983), filme reprisado inúmeras vezes no Cinema em Casa. O longa dirigido por John Carpenter, mesmo datado, está longe de ser ruim. Até porque, Carpenter foi macho o bastante pra dirigir cenas absolutamente assustadoras e violentas em um filme que se tornou familiar depois – é claro que os tempos eram outros. Bom, tem Christine se reconstruindo, Christine se vingando e pegando fogo, Christine morrendo e, Christine é só um carro porra! Incrível como o diretor conseguiu criar essa atmosfera de terror e vingança em torno de um carro. Já os atores cumprem bem seus papéis, a família do garoto é humana e aproxima o público da história, os malandros são perfeitos sujeitos mal encarados e os professores são professores. A trilha sonora sempre atenta, nos guia por uma jornada de pessimismo, como se brincasse de fazer terror. Quer mais motivos para assistir?
A título de curiosidade, para simular a auto-reparação de Christine, foram utilizadas bombas hidráulicas pra chupar a lataria para dentro e depois reproduzidas em reverso, dando a impressão de que o carro estava restaurando-se. Para simular as ações de Christine, as janelas foram pintadas de preto, tendo como brecha apenas o lado esquerdo do para-brisa para que o dublê pudesse dirigir o veículo com segurança. Em relação ao livro, o co-produtor Bill Phillips disse que o tema central (o espírito do falecido proprietário tomando posse do veículo e, também, de Arnie) foi modificado, não só para poupar tempo e comprimir a história, mas também para não dar a impressão de que estavam copiando UM LOBISOMEM AMERICANO EM LONDRES (An American Werewolf in London, 1981), no qual o personagem Jack morre e seu espírito passa a exercer influências malignas sobre o personagem David, tal como Roland LeBay influencia Arnie e Christine no livro. A origem do nome Christine para o carro assassino possivelmente vem de um outro filme também chamado CHRISTINE (Idem, 1958), lançado no mesmo ano de fabricação do modelo Plymouth Fury.
Baita filme! É o cinema nacional explorando muito bem o gênero de ação. Um legítimo blockbuster, sem deixar de se preocupar com a qualidade do texto e também de alfinetar com uma crítica social bem brasileira. O longa tem de tudo: ação, tiroteios e explosões, além de todo tipo de efeito e recurso bacana que você já viu em algum lugar por aí. Roteiro, elenco, trilha sonora e nerdices diversas estão perfeitamente enquadrados em uma fotografia ágil e cheia de energia. Afonso Poyart, já estou curioso pra ver seu próximo trabalho.
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